sábado, 30 de novembro de 2013

Oni (potente, ciente, presente)! D’us Santo!

Vindicar a D'us é blasfêmia! D'us é maior que compreendemos. Acreditar que D'us foi prejudicado de alguma forma por um poder terreno é muita ingenuidade! A intercessão de Cristo nunca cessou, nunca foi prejudicada, se não estaríamos arruinados! Abram os olhos Remanescentes!




O céu é puro!


No céu não há nada a ser purificado! O Céu é puro! O Santuário é o local da habitação de D'us, o local de Seu Trono de Graça, de Glória e de Poder! Como poderá ser maculado por um poder terreno que faz mal apenas a quem o aceita? D'us é muito poderoso e não precisa de justiça humana!



NA CRUZ FOI PERFEITO!


O Sacrifício de Jesus foi suficiente lá na cruz! Não há necessidade de novo dia sacrifical! Afastai a mentira de vossos olhos, vós todos que sois chamados Remanescentes! 







sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Mãe...



O frio que me congela nesse instante
assusta, dói, destroça desde a alma...


Parece endurecer minha medula
e desconcerta a fonte de pensar...


Eu sei: a lágrima adianta nada!
Tampouco me interessam sensações
que não mais sentirei, sou nau sem porto...


Eu tremo, convulsiono... E adianta?
Que nada! A morte é má e acerta em cheio.


E a fé? É por o pé sem ver o chão
e já não vejo esse chão faz tempo...


Mas ponho pé, cabeça, assim mesmo
porque eu sei em Quem eu tenho crido...

Ronaldo Rhusso




domingo, 10 de novembro de 2013

Espinhosa...



Traíra é mesmo um peixe e tem sabor,
pois tem que ser de perto de você
se não nem causaria qualquer dor;
tem muita espinha e a gente pouco vê!

Traíra em sombra engana pela cor
e seu valor real não há quem dê.
Parece útil, mas é dissabor;
é peste que mistura-se ao dendê!

É faca pelas costas, é tormento!
Aloja-se em garganta e não tem jeito.
Traíra trai deitada no seu peito.

No fim traíra morre em sofrimento
e a gente olha sem qualquer lamento.
Traíra geralmente esvai-se em leito!

Ronaldo Rhusso

Cançãozinha...

Dissertarei no hoje a alegria
por ter vivido além do esperado!
De ter podido amar e ser amado
de ter beijado o céu da Poesia...

De ter parado aqui onde harmonia
em meio a tanto verde preservado
só vem tornar-me mais abençoado
e encerrar da forma que eu queria!

Eu tenho amigos sérios, verdadeiros!
Quem poderia, enfim, desejar tanto?
Não há sequer por que deitar-me em pranto...

Pude dar alegria a terceiros
e ver sorrisos francos, companheiros.

esse Soneto é meu atual canto!

Ronaldo Rhusso

No Vale...

Outra estrada pedregosa, meu Senhor!
Outra espada afiada e frio aço...
Tua volta faz-se muito necessária,
Pois periga que eu durma antes dela...
Não que seja  grande mal pra quem Te ama,
Não que seja um castigar de Tua parte
Descansar jamais seria punição
Visto serem dias maus, esses de agora...

Eis-me aqui para voltar ao Campo, à ceifa!
Eis-me, ainda, um Teu soldado da Esperança...
Se quiseres nas sandálias do Evangelho,
Protegido pelo escudo bom da Fé,
Com o forte capacete que me Salva
E a espada do Espírito, a Palavra,
Envolvido na couraça da Justiça,
Haverei de dar trabalho ao inimigo
E levar de volta a Ti os Teus amados...


Se quiseres outra coisa, eu digo Amém!



"Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte, não temeria mal algum, porque tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me consolam." Salmos 23:4.

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Quase lá...



Conquanto o pranto teime em resguardar
o grito no meu peito que despede
a cada verso pobre que antecede
o encontro com o breu a me esperar...

Conquanto o canto não possa soar
não fico a lamentar como quem mede
o resto de existência que precede
o adeus que não pretendo mesmo dar...

Vivi, amei, sofri, me dei fiz tudo
o que meu coração patrocinou
e enquanto der prometo que me dou.

O medo nem usei como um escudo
porque pra ele sempre fui um mudo...
Coragem, grito, nunca me faltou!

Ronaldo Rhusso

O sorriso inimitável...



Marco parco não senhor!
Na verdade a liberdade
na lança de uma nação
empunhada em punho forte
apartando o Apartheid 
que, sem segredo, segrega
envergonha, qual peçonha,
e se espalha feito palha
que levada ao vento leva
influência da doença
cujo efeito, o preconceito,
contamina e mina a glória!
Mas ao instar na História
não há cela nem procela
que detenha e a ele tenha
preso, privado pra sempre!
Vinte e sete certos anos
e ei-lo! Diga lá Madiba!
Viva a vida! Enfim vitória!

Caymmi!



Cantava, encantava, fazia sambar...
Cantava na rima a menina e o mar.
Deitava na rede e na sede a sonhar
com água de coco, líquido manjar...
Cantava a sereia e envolvia ao cantar
a bela morena, a melhor do lugar:
Bahia de tanta história pra cantar...

Vamos chamar o vento, vamos chamar!
É doce, é doce, é doce morrer no mar!

O dengo que a nega tem quero provar...
É doce, é doce, é doce morrer no mar!

Humanos...



Sei somar esforços,
multiplicar a esperança,
diminuir sofrimentos
e dividir meu melhor.


Entendo sofrimentos,
conheço a esperança,
domino o meu melhor
e jamais medi esforços!


O que eu não entendo,
não conheço,
não domino
e jamais compactuarei
é a ingratidão...


Ronaldo Rhusso

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Carlitos...


Não vou dizer de teu talento,
do teu esmero pela arte
quando falar era impossível,
mas cada gesto era um poema...

Não vou falar que, pioneiro,
tu protestaste contra o feio,
contra a miséria do trabalho
que escravizava o corpo e a mente...

Não haverei de mencionar
de teu zombar de ditadores
que nos fizeram gargalhar...
E tu? Um mero vagabundo...

Ronaldo Rhusso

Mal vi nas guerras todas...


Ó meu D’us! Livrai-nos de nós mesmos.
Da crueldade insana e gana em fazer mal.
Tu lutas pela terra e ganhas, ó, tu levas
pás delas pela cara!

Ó meus sais! Prefiro o Magnésio,
regulador do Cálcio,
do Sódio que alavanca
o “boom” arterial!

Ó Hermanos! São belas as Malvinas,
mas vi os teus navios
sujarem mar de óleo e sangue de quem nem
pediu pra guerrear...

Ah! Eu sei que vence se é mais forte
e se empunhar o cetro
é certo o morticínio!

God save the queen e a lance lá no inferno!

Ronaldo Rhusso

Tristeza...


Esse desejo louco de ser D’us
apressa a vida ou morte por piedade?
Com que direito eu posso interferir
no ciclo que não posso controlar?

Os humanos nós somos, não esqueço,
mas penso que alguns somos animais;
não como os animais que são humanos,
mas como seres monstros, vis, letais...

Ronaldo Rhusso

Eu, robô?


Roboticamente me arrasto
e alastro o fecundo Universo.
Sou verso composto, sou Ode;
sou mais que a metade, o transverso!

Meu bip me alerta: eis a hora
de olhar na janela do tempo
e em tempo rever os conceitos
afeitos a ver meus defeitos.

Robô não magoa... E o que eu faço
com essa vontade tremenda
de rasgar a fenda da vida
e, enfim, machucar a mim mesmo?

Será que sou lobo e deu fome?
Será que o capim não sacia
o imenso vazio que provoca
e evoca pane em meu sistema?

sábado, 19 de outubro de 2013

POPULISMO OU CAPITALISMO?



Qual mal é menos nocivo? Esse é o Raio-X do planeta, portanto, retrato do âmago do Brasil...

Muita gente nem sabe o que é Capitalismo, o que é Populismo...

A maioria da população, se entender o que é Populismo vai até acender vela para quem tem mantido esse sistema escravizante do “não penso, mas como, tomo umas cachaças e ainda danço tchê-tchêrêrê-tchêtchê”, então tá beleza (ou blz)!

Já os que iriam preferir um governo mais voltado para o Capitalismo são os que têm saudade dos aviões sem pobres e seus ruidosos aparelhos celulares, restaurantes sem a galera do pagode depois do bucho cheio e do sangue etilizado...

Aqui em Trindade, na época do FHC, fora os bichos-grilos, com seus dreds rastafarianos, a gente só atendia a nata da empáfia; hoje a plebe rude se beneficia dos sites de ofertas em cascatas e os remanescentes do Capitalismo nos culpa porque têm de dividir o espaço dos cafés das manhãs com os “indignos”... Bando de babacas! Nem sabem que a gente prefere os sorrisos desse povo que ascendeu ao patamar que nem sabiam que existia, mas a natureza, essa não agradece. 

Fazer o que?

O Populismo não ensina a preservar. O capitalismo prefere concretar. “Árvore pra que? Essas porcarias de folhas ficam caindo, servindo de abrigo para insetos”... 

O Populismo vai fazer com que a meia dúzia desinformada não entenda bulhufas do que estou perdendo tempo em escrever, enquanto crio coragem de partir pro Projeto 2016 que já está atrasado (nada a ver com Olimpíadas, outra piada Populista num arremedo do Capitalismo que vai esculachar a Metrópole na qual nasci)...

Enfim, o Populismo deve governar esse país por mais uma década, no mínimo, se não falir antes...

O Capitalismo teve sua chance e “deu ruim” (aprendi a usar esse besteirol!!!).
Esses tucanos venderam bonito! A Vale do Rio Doce, que tinha 40 bilhões de reservas, mas que acabaram descobrindo mais veios, foi entregue por trezentos milhões de nada porque ninguém sabe pra onde foram esses dólares... As operadoras de telefonia nem roubam mais. A gente entrega até as calças para elas! Graças ao FHC! Até frango a gente (eles porque se tá morto e tinha sistema nervoso tou fora!!!) pôde comer, mas não à vontade...

O Capitalismo vende sua roupa íntima com você dentro dela!

O Populismo deixa a sua roupa íntima e ainda lhe dá a oportunidade de você sujá-la... Mas tem que votar no que rouba, mas faz!

Se lascar ou se ferrar? Eis a questão!

Às vezes vejo essas fotos de africanos cheios de pereba, barriga inchada de tanto comer barro e uma tarja com a inscrição culpando o Capitalismo... 

Então o populista chora e compartilha, mas cadê que sabe que milhões de toneladas de comida e roupa vão para esses países, mas não chegam a quem precisa porque os mestres da eugenia não permitem e, pasmem, os conterrâneos desses coitados são os que enterram esses alimentos, roupas e remédios, cuidando que estão fazendo um bem para o mundo...

Capitalismo e Populismo são faces da mesma moeda!

Não se enganem achando que o Lula mandou no Brasil, que o lulinha é rico porque roubou, que a Dilma é sapatão (não, sapatão ela é sim, foi mal!)...

Não pensem que nossos governantes são petistas ou outros istas... São só marionetes do sistema e lhes afianço que sabem o que estão fazendo ao distribuir o PIB do país com a plebe que aprendeu a digitar no teclado da Urna que faz o barulhinho engraçado! Eles sabem o que estão fazendo! 

O Lema “país rico é país sem pobreza” não é redundância, não! É o código! Quem realmente se interessa enxerga assim: nós pertencemos a vocês e estamos comendo os hormônios que nos engordam, entopem as filas dos hospitais, que não têm medicamentos nem instrumentos porque nós que lá trabalhamos roubamos e levamos para nossos filhos brincar; nós estamos afundando o beiço no crack e a cachaça é garantida; nós comemos as árvores que dão lugar a centros de confinamento de gado cheio de veneno; bebemos o leite misturado ao câncer das tetas em carne viva das vacas que já não se aguentam em pé e nossos políticos roubam bem! Votamos em palhaços; nosso sistema judiciário é uma farsa e já sabemos que o diabo não tem chifres porque tem vergonha de ser corno, mas nosso povo acha linda a promiscuidade!

Quem liga se coca cola é veneno? Tem reverendo brincando com a desgraça alheia!

Quem liga se minha igreja não paga imposto; se os “nossos” hospitais só atendem ricos; se nossa lindas e poderosas escolas foram transformadas em casas de recuperação de delinquentes, cujos pais nos odeiam, mas despejam sua prole lá e nossos adolescentes aprendem com eles que D’us não existe e que céu é lugar onde você chega fácil com uns goles de cachaça e umas tragadas de maconha barata?

Quem liga se o Cristianismo virou piada e tem profundo amor pelo Capitalismo selvagem?

Quem leu isso até aqui?

Sério?

Então toma um poeminha de agrado:

Era uma vez um planetinha
que tinha a cor azulada.
Era uma vez um sisteminha
que mostrou ser uma furada.
Era uma vez a Poesia,
mas todos são grandes poetas agora...
Era uma vez a família, a alegria...
Mas o medo, angústia se escondem
em quem tem medo de ir lá fora...
Era uma vez professores, doutores, das Dores...
Era uma vez a realidade...


Ronaldo Rhusso

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Sina...


Teu olhar, doce olhar
a deixar-me na tez.
E esse gosto de azul;
da tristeza maior...
Quanto o quero!

Lambuzou-me o olfato
e, eu, feliz
mergulhei e eis-me
em frio pensar...
A ansiar...

Teu olhar, frio olhar
a me expor e a deixar
e a sorrir e a delir
como se me dissesses:
és meu!
E o sou...


Catacrese...


Só dois dedos de prosa, meu amor,
e o enredo de dores que há em mim
vai fazer-te rever-me assim e assim,
qual quem via-me envolto em denso ardor.


Só dois goles do meu vil dissabor
far-te-á  desejar-me e ter, enfim,
minha espada em teu veio de carmim,
qual abelha a buscar pólen na flor...


Só dois pingos e meio de paciência
mostrará para ti quanto te quero
e por que tanto tempo eu te espero...


Só um tanto e outro tanto de anuência
e virás com teu gosto de clemência
a me dar louco trato que venero...



Catacrese é a figura de linguagem que consiste na utilização de uma palavra ou expressão que não descreve com exatidão o que se quer expressar, mas é adotada por não haver uma outra palavra apropriada - ou a palavra apropriada não ser de uso comum; são como gírias do dia-a-dia, expressões usadas para facilitar a comunicação. Estabelecem comparação às situações em que são atribuídas, qualidades de seres vivos, a seres inanimados. Exemplos comuns são: "os pés da mesa", "marmelada de banana", "vinagre de maçã", "embarcar no avião", "cabeça do alfinete", "braço de rio", "dente de alho" etc. Consiste assim em uma metáfora de uso comum, deixando de ser considerada como tal. Consiste também em dar à palavra uma significação que ela não tem, por falta de termo próprio, empregando-as fora do seu significado real. No entanto, devido ao uso contínuo, não mais se percebe que estão sendo usadas no sentido figurado.

(De forma geral a Catacrese ocorre quando há a troca do nome verdadeiro de um objeto ou ação por outro nome - Exemplo, trocar alça por asa da xícara. Isso pode ocorrer, também pelo fato de, em certos casos, não existir um nome apropriado como em "cabeça de alho", "dente de alho", "braço da cadeira"...)

Salve o ardor!


Qual tu Salvador haverá?
Qual cor que não há hoje em ti?
Qual coco que tem o sabor
 qual esse que quis seu Caymmi?
Qual dessas servis capitais,
qual foste servil, eita, enfim,
qual ti que serviste primeira
qual sede de nosso país?
Qual nada! Eis que nem se comparam
qual água do rio e do mar
qual beijo e o simplório abraçar

qual nada pra a ti comparar...

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Templários...


Até onde vai a fé?
Onde está o seu limite?
Peregrinos somos todos
sob Brasões tão diversos
quanto os diversos segredos
que permeiam corações

e os chamuscam de esperança...

Castro Alves...

Nau negreira
Os escravos
Vão remando
Quando em quando
Esfaimados
E as espumas
Flutuantes
Dizem nada
Dizem tudo
Da vertigem
Dessa tosse
Que liberta
O poeta

Dos escravos...

Notre Vie...



A minha previsão é que você irá me amar.
Vai ler minha centúria e vai dizer que está traçado
um plano no Universo e esse conspira por nós dois.
O meu ser visionário nunca erra, eu sou profeta
e trago uma mensagem pra você não resistir.
Eu vi constelações, lhe vi a estrela mais brilhante!
Vi guerras de alcova e vi você vencer feliz.
Eu vi nós dois sentados a olhar o Velho Mundo
e o Rei voltar em glória com um grande alarido!
Eu vi a Eternidade e ouvi você dizendo: “- Eu amo!”

Então outra Galáxia apareceu, veio à existência...

sábado, 14 de setembro de 2013

A MALDIÇÃO DA LEI!


14 de setembro de 2013 às 18:20
Pra você que não tolera ou não suporta “papo de crente” volta pro chat ou vai ver imagem engraçada porque o assunto aqui é de consequência eterna, ou seja, relevante! Volta pro playground!

“Eis que aquele  Dia arde como fornalha…  Lembrai-vos da lei de Moisés, meu servo, que lhe mandei em Horebe para todo o Israel, a saber, estatutos e juízos”.( Mal. 4: 1p.p....4).

Se lhe interessar leia na Bíblia o texto todo!

Sim! Se é maldição então veio da parte de D’us. Não tem mas, mas, mas...

"Todos aqueles, pois, que são das obras da lei estão debaixo da maldição; porque está escrito: Maldito todo aquele que não permanecer em todas as coisas que estão escritas no “””livro da lei”””, para fazê-las."  (Gálatas 3 : 10)
 As aspas que destacam livro da lei são acréscimos meus, ok?

“ NAQUELE mesmo tempo me disse o SENHOR: Alisa duas TÁBUAS DE PEDRA, como as primeiras, e sobe a mim ao monte, e faze-te uma arca de madeira;
 E naquelas  TÁBUAS escreverei as palavras que estavam nas primeiras TÁBUAS, que quebraste, e as porás na arca.
 Assim, fiz uma arca de madeira de acácia, e alisei duas TÁBUAS DE PEDRA, como as primeiras; e subi ao monte com as duas tábuas na minha mão.
 Então escreveu nas TÁBUAS, conforme à primeira escritura, OS DEZ MANDAMENTOS, que o SENHOR vos falara no dia da assembléia, no monte, do meio do fogo; e o SENHOR mas deu a mim;
 E virei-me, e desci do monte, E PUS AS TÁBUAS NA ARCA QUE FIZERA; e ali estão, como o SENHOR me ordenou”. Deuteronômio 10: 1 a 5.

 Coloquei em maiúsculas algumas palavras, contudo sem desejar parecer estar gritando, como é costume fazer na internet, ok?

Livro da lei = tábuas da Lei?

Os livros eram pergaminhos que eram enrolados e os desenrolavam para escrever neles ou lê-los! Geralmente eram confeccionados tendo como matéria prima o papiro ou pele de animais.

Então:

Pele de animais e papiro = pedra?

Obviamente a resposta para as duas perguntas é não.

Para quem não sabe encontro-me muito doente. Muito mesmo!
Hoje recebi uma oração amorosa de um amigo muito especial, sábio e querido por demais! Aliás a família dele - esposa e filhas – é linda!

Ele tem suplicado a D’us, bendito seja Seu Maravilhoso Nome, por minha cura!
Muitos estão fazendo isso, mas ele fez de forma especial, qual geralmente faço: ligo e oro por telefone mesmo!

Então houve um momento onde eu ouvi, além de muitas palavras abençoadoras e que produzem conforto e irrigam a fé: “obrigado por nos livrar da lei, Senhor”!

Bom... Que lei?

Da Constituição não é.

Da escrita nos livros, que requeriam sacrifício de animais e abstenção de certas coisas que se comiam antes da morte de Jesus... Pode ser, pois essa já era! O Messias acabou com essas ordenanças fracas e pobres, não porque as ordenanças em si fossem fracas e pobres... Não!
Eram ordenanças que apontavam para o Messias, portanto, o problema não estava com as ordenanças ou rudimentos, mas com quem os praticava de maneira leviana: os israelitas!

Tanto é que todos os dias faziam as ofertas requeridas no LIVRO da lei, mas de forma errada! Sem respeito pelo Assim Diz O Senhor! Ou seja, quem tornou a Aliança enferma não foi D’us, louvado seja Seu lindo Nome, mas quem tornou a aliança enferma foram aqueles que deveriam estar “aliados” a ela e não estavam!

Assim, ainda bem, que se cumpriram na morte de Jesus as leis do LIVRO.

Mas e a Lei das Tábuas?

Ora, a essa, o Decálogo, D’us não confiou em Moisés para escrevê-La!

Não! Essa Ele mesmo escreveu COM O PRÓPRIO DEDO, conforme Êxodo 31:18, Êxodo 32:16, Deuteronômio 10:1 a 5 (um dos textos colados acima), etc.

Se essa Lei houvesse sido abolida, então você poderia rasgar toda a sua Bíblia porque D’us estaria mentindo quando disse EU NÃO MUDO!

“Eu sei que tudo quanto D’us faz durará eternamente; nada se lhe deve acrescentar, e nada se lhe deve tirar; e isto faz D’us para que haja temor diante dEle”. Eclesiastes 3:14.

De outra forma poder-se-ia matar, roubar, adulterar, praticar idolatria...

Que beleza, hein?

Ah! No Novo Testamento o Mandamento do Sábado não aparece?

Vê aí se arrancaram esse texto de Lucas aí da Sua Bíblia:

“E as mulheres, que tinham vindo com ele da Galiléia, seguiram também e viram o sepulcro, e como foi posto o seu corpo. E, voltando elas, prepararam especiarias e unguentos; e NO SÁBADO REPOUSARAM, CONFORME O MANDAMENTO”. (Lucas 23:56.).


Lucas? Era grego e escreveu esse Evangelho entre os anos 61 e 64 da Era Cristã. Cerca de trinta anos após Jesus ter ido para o Céu! Erudito que era por que ele escreveria esse relato trinta anos depois se alguém tivesse quebrado uma das Tábuas da Lei – exatamente a que se refere em nosso amor a D’us, glorificado seja Seu sempiterno Nome ?

Já sei! Só para nos confundir, não é?


Por isso há tantas Religiões e, sinceramente, estou cansado de nomes de templos!

A Igreja de D’us, é você e eu cheios de imperfeições, mas buscando a misericórdia do Senhor em Sua Graça, a fim de andarmos, verdadeiramente, em novidade de vida!

Agora fica aí ouvindo o que pastor fala e não vai pra Bíblia com jejum e oração que no dia em que a Arca da Aliança for aberta lá no Céu (Apocalipse 11:18 e 19) e o Código Penal dos crentes em Jesus for visto em seu interior vai lhe mostrar que tanto a arca quanto o santuário do passado eram cópias exatas (Êxodo 25) do verdadeiro Santuário lá do Céu (Hebreus 8).

Alguém quebrou lá no verdadeiro Santuário?


O triste é que o Sábado é um presente de D’us para a humanidade, mas Seus “professos” filhos o rejeitam...

O Sábado salva? Não. Jesus salva! Quem escrever ou dizer uma sandice dessas (que qualquer mandamento salva) é falso profeta!



FELIZ SEMANA para todos!

ÊÊÊÊÊÊÊÊ!!!!!!

Ronaldo Rhusso
(não sou pastor e mesmo que fosse não acredite em minhas palavras, leia a Bíblia, se você for sincero, óbvio!)

terça-feira, 10 de setembro de 2013

CASAMENTO...



O casamento é muito interessante,
pois, sendo planejado de antemão,
é qual Contrato é uma Instituição
que vem num degradar estonteante...

Duas metades formam doravante
um ser que se completa em união;
dois braços que se findam numa mão
e o “para sempre” é tão desafiante!

Exupery já disse, e, eloquente:
“Amar é olhar juntos” (lado a lado)
“na mesma direção”. Oh! É tão lindo!

Isso parece coisa de Uma mente
que desejava ver compartilhado
um sonho a dois, porém, vejo-o sumindo...


Ronaldo Rhusso

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

O que?

O que esperas de um poeta?
De um sujeito assoberbado
que se dá só em Poesia
porque o mundo visto assim
de suas lentes verdes, tintas
da esperança que renova,
tem, de fato, carecido
de uma voz que diz: Ô! Calma.

O que esperas de um poeta?
Bardo é bardo! Dor é dor!
E essa troca de palavras
só faz bem quando se entende:
Poesia é chama, é sonho,
mas não vai pagar um preço
que não contratou no ontem...

Ah! Eu sei que as palavras
são uns pássaros que trinam;
que nos trazem tanto encanto
que não queremos só sonho!
Mas os pássaros preferem
vida, livres, pois são raros...

Meu trinado é compassado,
e tem certa assonância,
mas não sei como me ouvem...
Sei, apenas, que sou livre
pra cantar, amar, voar...

O que esperas de um poeta?
Dizem que nem mesmo é gente
porque gente é tão comum
pelas beiras das estradas...

O que esperas de um poeta?
Dor, amor, ardor e cor?
Não é muito de uma vez?

Ei! Desarma essa tristeza.
A Poesia é uma beleza...

O que esperas de um poeta?

Ronaldo Rhusso

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Que estranho!


Oh! D’us tu não existes, dizem eles…
Então falo sozinho nessa hora?
Mas tu disseste tanto a mim agora
e, então, eu deveria crer, D’us, neles?

Em Teus conselhos, oh! Diferes deles
que vão, quais “sábios” por aí a fora,
falando e nada dizem, vão embora
levados pela morte, vão aqueles...

E Tu que não existes permaneces
cuidando desse mundo que se rende
e ao Mal por preço baixo , oh! D’us, se vende!

Eu louvo-Te porque às minhas preces
Tu ouves e de mim nunca te esqueces
(que pena! Mais um leu e não compreende)!

Ronaldo Rhusso


sábado, 10 de agosto de 2013

Tolo!



Quarenta e quatro Invernos é vitória?
Não vejo nada cego como estou!
Pra mim o que passou (que bom) passou
e nem faz jus ficar, tornar-se história.

Lembrei! Um dia eu vi, senti a glória!
Mas derrotei alguns... Adiantou?
Pra que? Não é assim que sinto ou sou.
Só causa dor viver essa memória...

É hora de olvidar o benefício
Da existência nobre, mas insana
E me entregar ao nada em forte gana.

Preciso urgentemente de armistício
entre o morrer e o viver fictício,
pois quem insiste nisso, eu sei, se engana.

Ronaldo Rhusso